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O Ministro da Justiça, Presidência do Conselho de Ministros, Assuntos Parlamentares e Comunicação Social, Clóvis Isildo Silva, presidiu, hoje, à Cerimónia de Abertura da Oficina Presencial sobre Inovação Judicial, no âmbito da Fase II do Projeto ESPIRAL.
Trata-se de um Projeto concebido no contexto dos preparativos da III Cimeira dos Conselhos Superiores de JustiƧa da Comunidade dos PaĆses de LĆngua Oficial Portuguesa (CPLP) e constitui uma iniciativa estratĆ©gica de formação, cooperação e articulação em rede destinada ao fortalecimento da inovação nos sistemas judiciais nos paĆses lusófonos.
Na Abertura, o Ministro da JustiƧa, agradece ao Conselho Superior da Magistratura Judicial pelo convite e pelo excelente trabalho de organização. āSaĆŗdo igualmente os nossos parceiros brasileiros do Conselho Nacional de JustiƧa, cuja presenƧa reforƧa os laƧos de cooperação no espaƧo da CPLP e demonstra o compromisso comum com a modernização dos sistemas de justiƧa dos nossos paĆsesā.
āVerificamos com apreƧo que esta oficina ao ter como propósito central a construção de um diagnóstico nacional sobre inovação judicial e o desenvolvimento colaborativo de soluƧƵes concretas que tornem a justiƧa mais eficiente, acessĆvel, transparente e centrada no cidadĆ£o, estĆ” sintonizado com os valores que orientam a ação do Governo de Cabo Verde no Ć¢mbito da Agenda de transformação para um āCabo Verde Para Todosā, enfatizou o Ministro.
O governante assinala ainda āno nosso Programa de Governo, assumimos o compromisso de colaborar para construir uma JustiƧa mais cĆ©lere, mais próxima e mais confiĆ”vel. A inovação judicial Ć©, portanto, um pilar fundamental desta estratĆ©gia. NĆ£o se trata apenas de introduzir novas tecnologias, mas de repensar a própria forma como os magistrados e os oficiais de justiƧa podem e devem utilizar as novas tecnologias ao serviƧo da justiƧa que Ć© prestada, colocando sempre o cidadĆ£o no centro do sistema e dotando operadores judiciĆ”rios de competĆŖncias e habilidades para utilizar os avanƧos tecnológicos ao seu serviƧo. E o Brasil tem sido um parceiro estratĆ©gico e um exemplo de boas prĆ”ticas na Ć”rea da inovação judicialā, finalizou.
De realƧar que a Oficina reĆŗne representantes das principais instituiƧƵes do setor da justiƧa em Cabo Verde, contanto ainda com a participação de especialistas do Conselho Nacional de JustiƧa do Brasil, e tem como propósito promover a construção de um diagnóstico nacional sobre inovação judicial e o desenvolvimento colaborativo de soluƧƵes que contribuam para uma justiƧa mais eficiente, acessĆvel, transparente e centrada no cidadĆ£o.
O evento Ć© organizado pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial