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A Ministra da JustiƧa, Joana Rosa, presidiu, hoje, 8 de junho, no Auditório do Antigo Campus da JustiƧa, Ć sessĆ£o de abertura de aƧƵes de formação no Centro de Estudos JurĆdicos e JudiciĆ”rios (CEJJ).
O tema escolhido para a abertura foi JustiƧa com ExcelĆŖncia - Boas PrĆ”ticas na Administração da JustiƧa, tendo o ato ocorrido num formato hĆbrido e contado com a presenƧa de ilustres convidados, formandos, formadores especialistas, nacionais e estrangeiros.
A primeira ação formativa contĆnua vai decorrer de 8 a 12 de junho e Ć© destinada a magistrados, oficiais de justiƧa, corporaƧƵes polĆticas, funcionĆ”rios dos registos, notariado e identificação, bem como da Direção-Geral dos ServiƧos Prisionais e de Reinserção Social.
Na sessão de abertura, Joana Rosa, falou no culminar de um processo que se iniciou hÔ 5 anos e que constou do Programa do Governo: o reforço e a capacitação dos operadores judiciÔrios.
Segundo a Ministra um dos eixos fundamentais da reforma que preconizamos para o setor da justiƧa e acabamos por concretizar tem a ver com as reformas legislativas, a modernização do setor, estando todo o processo penal a funcionar no digital e o mesmo vai acontecer, em breve, com o processo civil, o que agrada ao Governo, pois querĆamos uma justiƧa cada vez mais cĆ©lere, mais justa, e que possa dar resposta Ć satisfação das pessoas.
Para a governante houve um trabalho na criação de melhores condiƧƵes para os operadores judiciĆ”rios, tanto ao nĆvel legislativo, como ao nĆvel da modernização da justiƧa e da infraestruturação e, tudo isso, para combater a morosidade e as pendĆŖncias processuais, tendo em atenção o eixo fundamental que Ć© a formação/capacitação. Os magistrados formados, capacitados e atualizados vĆ£o poder decidir melhor, enfatizou.
Joana Rosa, destacou ainda a importância da humanização dos Tribunais, pois funcionam ao serviço do povo, que espera sempre as melhores decisões, sem pÓr em causa a sua imparcialidade e independência.
A finalizar, ela considerou a abertura de formaƧƵes ministradas pelo CEJJ como o inĆcio de um caminho que serĆ” longo, porque precisamos, cada vez mais, reduzir as pendĆŖncias processuais, ter uma justiƧa mais rĆ”pida, e que se vai corrigindo e se adaptando Ć modernidade e Ć exigĆŖncia da própria sociedade e que possa estar ao serviƧo dos cidadĆ£os e das empresas.